“Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas.
Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do vôo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados sempre têm um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o vôo.
Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são pássaros em vôo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o vôo, isso elas não podem fazer, porque o vôo já nasce dentro dos pássaros. O vôo não pode ser ensinado. Só pode ser encorajado.”
Um dos grandes desafios das escolas na atualidade é conseguir a atenção de seus alunos nas aulas. O estudante moderno vive em constante contato com as multimídias; Ele está familiarizado com o rápido surgimento de novas tecnologias, exigindo de nós educadores uma linguagem contemporânea e, portanto, que desperte maior interesse; ele estar mergulhado na cultura da imagem. É preciso considerar esta realidade.
A forma tradicional de apresentar conteúdos em sala de aula não consegue mais motivar e prender a atenção dos alunos. Nesse sentido, as tecnologias cumprem um papel fundamental nas escolas, representando uma bem-vinda saída para a superação desta dificuldade.
As teorias Construtivistas mostram que a melhor educação acontece quando o professor ao mesmo tempo em que ensina ele também aprende. Essas teorias transformam o modelo de ensino até então vigente nas escolas, no qual a postura do professar era o de detentor do conhecimento. Com o uso das Tecnologias os jovens sentem que é sujeito do conhecimento.
Não há dúvidas sobre a importância da inclusão das tecnologias como meio de propiciar a construção/reconstrução e socialização de conhecimento para um melhor contexto individual, social e coletivo de todos os envolvidos. Pois, muito além de transmitir informações, a educação do século XXI deve formar cidadãos que saibam transformar informações em conhecimento, e que saibam fazer uso desses conhecimentos, pois é só o saber, mas o saber fazer. Aprende-se fazendo, numa situação que requer esse fazer determinado.